Olho e meio

Um blogue de pequenas causas.


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Este blogue é da res­pon­sa­bi­li­da­de de um lis­bo­e­ta com fre­quên­cia uni­ver­si­tá­ria (Bio­lo­gia), ex­‑jor­na­lis­ta actu­al­men­te tra­ba­lhan­do na área in­for­má­ti­ca.

Isto e tudo o mais ou será ób­vio, ou irre­le­van­te. (Vd. ma­ni­fes­to.)

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A 2006-04-30

# Agradar

Os (ou alguns dos) descendentes da linhagem dos Abecassis explicam no seu sítio virtual que este é apresentado em inglês por que assim é mais «easier to maintain». Só lhes fica bem a facilidade, já que de patriotismo e cultura ficamos conversados.

Mas… haverá alguém lhes explique a eles a diferença entre "Tróia" (ou "«Troia»"?) e "Troy"?

às 21:44, por Zarolho

A 2006-04-29

# Todos à uma

Server down!

Nas últimas 24 horas “experienciei”, em acti­vi­dades de ro­tina, avi­sos de falha nos ser­vi­dores de Clustr­Maps​.COM, Top-Referers​.COM, Blog­ger​.COM / Blog­Spot​.COM e Wiki­pe­dia​.COM.

às 01:08, por Zarolho

A 2006-04-28

# O santo mistério

O blogue Diário Ateísta, um dos mais visi­tados da nossa blo­gos­fera, está indis­po­nível desde a pas­sada se­gun­da feira.

Ainda esperei três dias, mas não res­sus­ci­tou… (Es­pero se­ri­a­mente que não se­ja na­da de grave.)

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às 12:36, por Zarolho

A 2006-04-27

# Monocultura

Raro é ver leitura em auto­car­ros; a pouca que há é geral­mente de jor­nais des­por­tivos. (Ah, que dife­rença na Rús­sia: Nem ба­буш­ки de galo­chas, trans­por­tando da horta pa­ra ca­sa o resul­tado do seu mou­re­jar — bata­tas, cebo­las, fru­ta da época —, dis­pen­sam um “ti­jo­lo” de 400 pá­gi­nas no ав­то­бус.)

Esta manhã, ao meu lado no 46, vinha sen­ta­da uma ra­pa­riga (bem jei­tosa, por sinal), que lia Anjos e Demó­nios, de Dan Brown (ed. Ber­trand); ia ainda no prin­cí­pio. Minu­tos depois, já no 50, esteve sen­tada à minha frente uma ra­pa­riga (tam­bém jei­tosa, por sinal), que lia Anjos e Demó­nios, de Dan Brown (ed. Ber­trand); ia já a meio.

Eu por mim, tendo termi­nado Shadow of the Giant (2005), de Orson Scott Card, estou agora a meio de um poli­cial de 1946, Death of a Train, na sua ver­são em es­pe­ranto (Mor­to de Traj­no). Não que seja muito melhor, note­‑se, mas é di­fe­rente — quase único.

Quando todos cultivam soja este ano, ou giras­sol no outro, todos são igual­mente vul­ne­rá­veis às mes­mas pra­gas, aos mes­mos pro­ble­mas de finan­ci­a­mento, às mes­mas con­tin­gên­cias mete­o­ro­ló­gicas, às mes­mas flu­tu­a­ções de mer­cado; e vêem sem­pre do mes­mo, a mes­ma pai­sa­gem monó­tona e alie­nante. Mas quem tem um qua­dra­di­nho disto e da­quilo, quem põe o que mais nin­guém tem, quem tem eira e nabal — frui as van­ta­gens da di­ver­si­dade de cul­turas.

às 12:49, por Zarolho

A 2006-04-25

# …a substância do tempo

às 08:27, por Zarolho

A 2006-04-24

# Haloscam

Pensei primeiro, ao notar que alguns comentários a este blogue haviam desaparecido, que se tratava de uma novidade. No fórum de utilizadores do Haloscan diz­‑se:

1. Help! My old comments disappeared from Haloscan and my blog!

A: You’re not a Premium member, are you? If you’re not, all comments older than 4 months will be archived by Haloscan (NOT deleted). You cannot presently access these without becoming a Premium member. No, there is no other way.

(Resposta que me parece desnecessariamente rude e trocista, mesmo, ou especialmente, quando vinda não de um “funcionário” da Haloscan mas de um «satisfied customer»). Este «very useful post» («NOT an official Haloscan doc») está datado de Agosto de 2004.

Aparentemente esta “não­‑novidade” não consta das muitas páginas de instruções, aparecendo apenas no oficioso fórum.

Não podendo pois queixar­‑me de não ter sido avisado, ainda que surpreendido, aborta­‑se aqui e assim a revolta possível. Claro que «não há almoços grátis», mas claro também que «o cliente tem sempre razão» (e degladiam­‑se assim por aforismos o novo e o velho capitalismo), e claro também que o serviço gratuito Haloscan contém publicidade e apelos a doações.

Para quem ficou surpreendido, tal como eu fiquei, agora ou antes, resta a possível tarefa de guardar cópias de segurança dos comentários para possível acrescento noutro sistema, e/ou considerar migração. Estaremos atentos.

Fica mais avivada a impressão que temos ovos em poucos cestos.

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às 13:56, por Zarolho

A 2006-04-23

# Ecrã para amanhã

#->--

às 23:56, por Zarolho

A 2006-04-21

# Amarga vontade

Chávena

A grande novidade da semana é que este Zarolho se habituou a beber café sem açúcar. E até gosta!

Há meses comecei a preferir “garotos” e “pingos”, bebendo­‑os sem açúcar: terá sido o caminho para este Nirvana.

Já em princípios dos anos 90 tinha deixado o açúcar no chá (em qualquer tipo de infusão, aliás). Agora, açúcar só nos doces!

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às 21:07, por Zarolho

A 2006-04-17

# Polo aquático

Num jornal de hoje (Diário de Notícias 50056: p.48) diz-se que Alberto II, chefe-de-Estado do Mónaco, chegou ontem ao Polo Norte, de onde alerta o Mundo para o aquecimento global.

Deixando de lado a evidência de que já vimos operações mais descaradas de vender férias exóticas a celebridades sortidas a troco de promoções comerciais (lembram-se de Diana e as minas anti-pessoal?), consideramos que mesmo sem sair do seu exíguo país, sua Alteza Sereníssima muito faria contra o aquecimento global se, por exemplo, proibisse o Grande Prémio de F1 que anualmente acolhe.

Claro que países maiores têm mais responsabilidades (ainda que poucos proporcionalmente tantos quanto um que tenha 100% de área urbana, como é o caso do monástico principado), mas se o Mónaco quer dar o exemplo aos grandes em “lavagem de cara” ambiental, então que conceda tão somente 1% dos proventos anuais do seu afamado Casino para a eliminação da praga de Caulerpa taxifolia, que ameaça já vastas áreas do Mediterrâneo.

Adenda:

Acrescente-se, para quem não conhece o caso ou não consultou o artigo da Wikipedia acima enlaçado, que uma variante resistente à água fria, e igualmente tóxica, se tem espalhado pelo Mediterrâneo desde meados da década de 1980, sendo actualmente a mais grave praga xenobotânica marítima. A infecção começou exactamente junto das descargas do Museu Oceanográfico do Mónaco.

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às 23:54, por Zarolho

A 2006-04-13

# Sobre Neoliberalismo e Ficção Científica

Há já uns meses, chamaram a minha atenção para A Political History of SF (Uma história política da Ficção Científica), por Eric S. Raymond.

Onde se diz que «Gregory Benford later described President Reagan as «a science fiction fan»».
…Como disse? Reagan, o presidente creacionista avant la lettre? Predecessor dos que fazem e farão como «Stalin did with Lysenkoism» (e como o Bush gostaria de poder fazer com o Creacionismo)? Reagan foi fã de que Ciência? Só se for da Ciência das porcas e parafusos, da Ciência do «mistura aí a ver o que isto dá — e se der nem pensar em investigar o porquê, vamos mas é registar a patente e produzir em garrafas de galão e meio!»!

Onde se diz que uma «uniformity of structure that a botanist could recognize» não é «defined by any one logical predicate»;
…ou seja, a sua idea de Botânica (e, por extensão, de qualquer Ciência minimamente “histórica”) parou em 1785 — será um bom engenhocas, mas a Ciência passa­‑lhe ao lado. Não “engulo”, pois, o que debita sobre F.C.

Onde se diz que «is an error characteristic of left­‑leaning thinkers, who tend to assume that anything not “left” is “right”»,
…misturando na mesma frase a recusa de uma divisão simplista com a sua utilização — ingénua ou demagógica?

Onde se diz que «is an error »« to assume that »« approving of free markets somehow implies social conservatism».
…Pois seja, mas se a desmontagem do Estado Social se faz pela mão de “libertários” (que são muitas vezes investigadores, universitários ou funcionários de grandes empresas, e raramente são eles próprios empresários, muito menos de sucesso), quem se aproveita do ambiente de desregulamentação criado são os velhos tubarões de sempre, pouco dados a rezas à Santa Liberdade.

Onde se diz que «hard SF has a bias towards valuing the human traits and social conditions that best support scientific inquiry and permit it to result in transformative changes to both individuals and societies»
…— pois sim, mas que tem isso a ver com Reagan, ou com quase toda a gente no GOP, onde cada vez mais o que os move é, não já qualquer culto libertário, mesmo o mais agressivo, complexado e irresponsável, mas apenas o fanatismo religioso e o lucro pessoal?

Onde se diz que «people whose basic political philosophy is flatly incompatible with libertarianism will continue to find the SF mainstream an uncomfortable place to be».
…Credo, só se for na rua dele: Pelo menos em em Portugal, o aficcionado de FC é muito mais “Ciências” do que “Católica”. (Aliás, nem na rua dele, pelo andar da carruagem: Basta ver que o autor deste texto é um promotor de «open­‑source software», foi contra o Communications Decency Act, e que tem "w---" no seu geek code: «Windows has set back the computing industry by at least 10 years. Bill Gates should be drawn, quartered, hung, shot, poisoned, disembowelled, and then REALLY hurt.»… Ou seja, este homem num é do Nuorte, carago! Hão de queimar os livros dele junto com os do Chomsky, entoando loas a São Dâbiu…)

Em suma: Não concordo que a ficção científica seja coutada de neoliberais, nem sequer que haja para isso motivos.

às 19:57, por Zarolho

A 2006-04-12

# Em busca do centro

Se de política “percebem” tantos, de son­da­gens de opi­nião e esti­ma­tivas elei­to­rais poucos tanto quanto o autor do blogue Margens de Erro.

Na grande embrulhada das eleições ita­li­anas (de cujo resul­tado in extre­mis muito have­ria a dizer não fosse este um mo­des­to blogue de vistas curtas), deixo os pontos de exclamação para quem, sa­ben­do de son­da­gens, encon­tra motivo de espanto.

Noto apenas que que na infografia actualizada do La Stampa os dois seg­men­tos de raio de coroa cir­cular que limitam as três bancadas della nuova camera e del novo senato (Unione, Cdl ed altri) estão clara­mente desa­li­nhados do centro geo­mé­trico da dita — defor­mando a nossa per­cep­ção, ainda que sem favo­re­ci­mento óbvio de nenhum dos dois lados prin­ci­pais, virtu­al­mente empatados.

Constata­‑se idêntico problema em muitos casa­men­tos e ani­ver­sários quando o cortar do bolo (geral­mente cilín­drico) é dei­xado nas mãos de ama­do­res emo­ci­o­na­dos… Gratuli alla Stampa!

às 21:20, por Zarolho

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